Quinhentas folhas são quinhentas possibilidades.
Quinhentas ideias, quinhentos estilos, quinhentas abordagens diferentes sobre o
mesmo assunto. Ou até quinhentos tópicos diferentes, cada um com uma visão
somente.
Mas afinal, quem consegue planejar quinhentos-qualquer-coisa? Talvez dez,
talvez vinte. Cem, quem sabe. Mas não quinhentos. Você não faz uma lista com
quinhentos itens, assim, do nada. Nem se propõe a quinhentas resoluções de fim
de ano. Caramba, nem o ano consegue ter quinhentos dias! Faz trezentos e
sessenta e cinco com esforço. De quando em quando está de bom humor e faz trezentos
e sessenta e seis.
Então é esse o conceito. Em termos práticos e curto prazo, quinhentos é um
número inalcançável, infinito. Portanto estaremos tentando evitar qualquer
limitação. Esperem textos sobre qualquer tema que nos dê na telha, desde
cultura pop, questões do dia a dia, reflexões randômicas em salas de aula, até
mesmo lesmas japonesas ou traumas de mesma natureza gastropodiana. É, eu gosto
de inventar palavras, se acostumem.
No mais, tentaremos manter tudo por aqui minimamente interessante e raramente
relevante.
Agradecemos desde já a leitura e vamos em frente que atrás vem o tarado. Exceto
atrás de tu, Adam, que vem uma lesma. CORRE!!!!
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